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Poema

Apolo e as Nove Musas Descantando - Luís Vaz de Camões

Apolo e as nove Musas, descantando
Com a dourada lira, me influíam
Na suave harmonia que faziam,
Quando tomei a pena, começando:

O Navio Negreiro - Castro Alves
Amor é fogo que arde sem se ver - Luís Vaz de Camões
Canção do exílio - Gonçalves Dias
How Do I Love Thee? - Elizabeth Barrett Browning
Lembrança de Morrer - Álvares de Azevedo
Los Naranjos - Ignacio Manuel Altamirano
Lorsque l'enfant paraît - Victor Hugo
Vozes d'África - Castro Alves
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A Canção do Africano - Castro Alves
Versos íntimos - Augusto dos Anjos
Psicologia de um Vencido - Augusto dos Anjos
Ismalia - Alphonsus de Guimaraens
Antífona - João da Cruz e Sousa
As Pombas - Raimundo Correia
Ela - Machado de Assis
Motivo - Cecilia Meireles
À Cidade da Bahia - Gregório de Matos
Que falta nesta cidade - Gregório de Matos
Nel mezzo del camim - Olavo Bilac

Apolo e as Nove Musas Descantando - Luís Vaz de Camões

Apolo e as nove Musas, descantando
Com a dourada lira, me influíam
Na suave harmonia que faziam,
Quando tomei a pena, começando:

Ditoso seja o dia e hora, quando
Tão delicados olhos me feriam!
Ditosos os sentidos que sentiam
Estar-se em seu desejo traspassando!

Assim cantava, quando amor virou
A roda à esperança, que corria
Tão ligeira, que quase era invisível.

Converteu-se-me em noite o claro dia;
E se alguma esperança me ficou,
Será de maior mal, se for possível.




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Vossos Olhos, Senhora, Que Competem - Luís Vaz de Camões
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